Diabetes Gestacional: o tiro que sai pela culatra

Na gestação o corpo da mulher sofre diversas alterações com o principal objetivo de fazer o nenê crescer forte e saudável.
Os ligamentos ficam mais flexíveis para facilitar no momento do parto, a postura muda para acomodar a barriga que cresce e até o coração bate mais rápido.
E se tem uma coisa que é prioridade para esse nenê é a disponibilidade de glicose. Ela é o principal nutriente e essencial para o desenvolvimento. Para isso, uma série de hormônios atuam na mãe fazendo com que mais glicose fique disponível no sangue, passando pela placenta e chegando até o bebê. No final da gestação até 50% de toda a glicose que circula no sangue da mãe será usado pelo nenê.
Porém, em algumas gestantes, esse mecanismo de proteção exagera e se desequilibra, levando ao Diabetes Gestacional, que é um doença que acontece em 3 a 25% das gestações e pode ter consequências perigosas para mãe e para o bebê: excesso de líquido amniótico, bebês que nascem com excesso de peso, risco de hipoglicemia neonatal e aumentam a chance dessa mãe ter diabetes do tipo 2 no futuro.
Mulheres que já engravidam acima do peso e com pré diabetes têm maior risco de desenvolver a doença.
A boa notícia é que o exercício físico durante a gestação pode reduzir o risco em até 38%. Gestantes que não têm contra indicação podem e devem se exercitar durante esse período, já que pode reduzir o risco de diversas doenças além da diabetes, como a hipertensão, pré eclâmpsia e ganho excessivo de peso.
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